Denúncia: Dilma quer acabar com o SUS


O alerta saiu no jornal Folha de São Paulo, na seção Tendências/debates, com o título Dilma quer acabar com o SUS? A resposta foi um sonoro sim, com a alegação de que a presidente está negociando, a portas fechadas, o desmonte do SUS com donos de planos de saúde. Sim. A presidente quer privatizar o SUS!

Dilma quer privatizar o SUS

Dilma vai acabar com o SUS? -  Folha de São Paulo
O desmonte final do Sistema Único de Saúde (SUS) vem sendo negociado a portas fechadas, em encontros da presidente Dilma Rousseff com donos de planos de saúde, entre eles financiadores da campanha presidencial de 2010 e sócios do capital estrangeiro, que acaba de atracar faminto nesse mercado nacional.
Na pauta, a chave da porta de um negócio bilionário, que são os planos de saúde baratos no preço e medíocres na cobertura, sob encomenda para estratos de trabalhadores em ascensão.
Adiantado pela Folhao pacote de medidas que prevê redução de impostos e subsídios para expandir a assistência médica suplementar é um golpe contra o SUS ainda mais ardiloso que a decisão do governo de negar o comprometimento de pelo menos 10% do Orçamento da União para a saúde.
A proposta é uma extorsão. Cidadãos e empregadores, além de contribuir com impostos, serão convocados a pagar novamente por um serviço ruim, que julgam melhor que o oferecido pela rede pública, a que todos têm direito. Em nome da limitada capacidade do SUS, o que se propõe é transferir recursos públicos para fundos de investimentos privados.
O SUS é uma reforma incompleta, pois o gasto público com saúde é insuficiente para um sistema de cobertura universal e atendimento integral. Isso resulta em carência de profissionais, baixa resolutividade da rede básica de serviços e péssimo atendimento à população.
Nos delírios de marqueteiros e empresários alçados pelo governo à condição de formuladores de políticas, o plano de saúde surgiria como “miragem” para a nova classe média, renderia a “marca” da gestão e muitos votos em 2014.
Pois o mercado que se quer expandir com empurrão do erário não é exatamente um oásis no meio do SUS. Autorizados pela agência reguladora, proliferam planos de saúde pobres para pobres, substitutivos “meia-boca” do que deveria ser coberto pelo regime universal.
Na vida real, são prazos de atendimento não cumpridos, poucos especialistas por causa de honorários ridículos, número insuficiente de serviços diagnósticos e de leitos, inclusive de UTI, negativas de tratamentos de câncer, de doenças cardíacas e transtornos mentais, redes reduzidas que impedem o direito de escolha e geram longas filas e imposição de barreiras de acesso, como triagens e autorizações prévias.
Quem tem plano de saúde conhece bem esse calvário.
Limitados pelos contratos, dirigidos a jovens e sadios formalmente empregados, os planos de saúde não aliviam nem desoneram o SUS, pois fogem da atenção mais cara e qualificada. Não são adequados para assistir idosos e doentes crônicos, cada vez mais numerosos. Assim, os serviços públicos funcionam como retaguarda, uma espécie de resseguro da assistência suplementar excludente.
Nos Estados Unidos, a reforma de Obama enquadra os planos privados e tenta colocar nos trilhos o sistema mais caro e desigual do mundo. País de recursos escassos, se delegar o futuro a quem visa o lucro com a doença, o Brasil seguirá é o caminho da Colômbia, que vive um colapso na saúde.
É inaceitável, em uma sociedade democrática, a intenção do governo de abdicar da consolidação do SUS, de insistir no subfinanciamento público e apostar no avanço de um modelo privado, estratificado, caro e ineficiente.
O Movimento Sanitário, o Conselho Nacional de Saúde, o Congresso Nacional, o Ministério Público e o Supremo Tribunal Federal precisam se manifestar sobre esse despropósito inconstitucional.

JPSDB de Minas Gerais realiza seu Encontro Estadual.



Na última segunda-feira (25 de fevereiro de 2013), a juventude do PSDB de Minas Gerais, realizou o seu Encontro Estadual no Mercure Belo Horizonte Lourdes Hotel, antecedendo a primeira palestra do Fórum de Debates “Minas Pensa o Brasil”, ministrada pelo Ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso.
O evento reuniu mais de 300 jovens de todas as regiões do estado. Prefeitos, Vice-Prefeitos e Vereadores jovens fizeram questão de comparecer e presenciaram a apresentação do presidente Caio Narcio que realizou um pequeno balanço da gestão que se encerra em março próximo.
Foram distribuídas centenas de camisas, bandeiras e botons que identificaram os jovens presentes no meio da multidão aglomerada no auditório principal e nos anexos. A presença dos jovens foi marcante e pulsante durante todo o evento. Com gritos de ordem, os jovens regeram a multidão que acompanhou animada.
Ladeado dos líderes mais influentes do partido – figuras como os Deputados Federais Eduardo Barbosa, Domingos Sávio e  Narcio Rodrigues os Estaduais Carlos Mosconi, Luiz Henrique, Dalmo Ribeiro e Bonifácio Mourão e as lideranças Lenita Noman, Presidente estadual do PSDB Mulher, Rogério Fernandes, Presidente estadual do PSDB Sindical e Roberto Tross, Secretário Municipal de Esportes e Lazer de Belo Horizonte – o presidente Caio Narcio instaurou o clima de comício e preparou a plateia para a entrada dos líderes da legenda Senador Aécio Neves, Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e Governador Antônio Anastasia.
Ao final, a Executiva Estadual da Juventude do PSDB de Minas Gerais se reuniu em frente ao palco para a fotografia oficial do evento que entrou para a história em termos de mobilização jovem no estado.

Educação: programa criado por Aécio Neves inspira “Brasil leitor”



Congresso Nacional discute projeto de universalização das bibliotecas nas escolas; programa de Educação criado por Aécio Neves foi pioneiro

Em Minas Gerais, todos os 853 municípios possuem ao menos uma biblioteca pública, graças ao programa “Construindo uma Minas Leitora”, criado em 2005 por Aécio Neves (PSDB) na área da Educação. Uma iniciativa que pode inspirar a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLC) 28/12, que tramita no Congresso. O PLC acaba de receber o parecer favorável do relator, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB).
O PLC 28/12 obriga todas as escolas públicas de Ensino Básico a manter uma biblioteca para os alunos, com profissionais capacitados a atendê-los. O projeto está pronto para ser votado na Comissão de Educação do Senado, sendo que, em seu relatório, o senador tucano estipula um prazo de cinco anos para que as escolas possam se adaptar e cumprir a exigência.
A iniciativa tem em Minas Gerais uma inspiração de vanguarda, que fez parte das ações voltadas à Educação durante o primeiro mandato de Aécio Neves como governador do Estado. Em 2005, vinculado à Secretaria de Estado de Cultura – por meio da Superintendência de Bibliotecas Públicas -, foi criado o programa “Construindo uma Minas Leitora”.
O objetivo do programa era dotar todos os municípios mineiros – um universo impressionante de 853 cidades – com ao menos uma biblioteca pública. Além disto, o “Construindo uma Minas Leitora” visava modernizar acervos, melhorar a infraestrutura tecnológica das bibliotecas já existentes e dar cursos de capacitação aos gestores dos espaços.
Em pouco mais de cinco anos – nos governos de Aécio Neves e Antonio Anastasia -, foram criadas mais de 250 bibliotecas públicas em Minas Gerais e outras 110 foram modernizadas. O programa também possibilitou a compra de aproximadamente 150.000 livros para as bibliotecas.
Nos próximos dias o parecer do senador tucano Cássio Cunha Lima será votado e se aprovado, possibilitará a universalização das bibliotecas nas escolas brasileiras num prazo razoável de cinco anos. O acesso à leitura é um dos direitos mais transformadores que uma sociedade pode conquistar, assim com ocorreu em Minas Gerais através do “Construindo uma Minas Leitora” e dos demais programas de Educação criados por Aécio Neves.

 
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